Encerrando a viagem pela Fronteira Oeste

Faltavam 4 cidades para conhecer na Fronteira Oeste e fiz esta viagem em Outubro. Depois de Barra do Quaraí e Itaqui, segui para Maçambará. A estrada tem asfalto. Maçambará é uma cidade bem pequena, que estava com obras na praça.

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São Borja foi o último destino na região. A cidade é voltada para o turismo político, já que é berço de Getúlio Vargas e Jango. O memorial Getúlio Vargas fica na praça do centro.

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No mais eu achei São Borja uma cidade bem comum.

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A casa de João Goulart é apontada como uma das atrações turísticas.

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Mais fotos da cidade.

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Nem a parte junto ao Rio Uruguai é tão bonita.

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Depois de São Borja a viagem para conhecer novas cidades seguiu em direção às Missões. Para visitar o próximo município foi uma aventura. Na chegada e na saída. Isso é tema para o próximo Post. Confira mais fotos de viagens lá no Instagram.

A caminho da Fronteira Oeste gaúcha

A viagem para conhecer as últimas 31 cidades que faltavam no RS começou num domingo de outubro, às 5 da manhã. Saímos de Porto Alegre com neblina e o tempo foi melhorando ao longo do caminho. Viagem que foi tranquila, porque não havia movimento na BR-290. A estrada, na região de Alegrete e São Gabriel, está cheia de falhas no asfalto.

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O primeiro destino do roteiro foi Barra do Quaraí, na fronteira com o Uruguai e a Argentina. Uma cidade bem pequena, que vive do movimento nos freeshops do lado uruguaio.

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Bem na margem do rio Quaraí, que deságua no Uruguai, fica esta antiga ponte ferroviária. Que já foi rodoviária também, antes da construção da ponte de concreto.

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Devido a alta do dólar, o movimento nos freeshops de Bella Union era bem pequeno. Aliás, a cidade uruguaia é muito pequena também, com favelas nas margens da estrada. Da região, fica apenas o registro da área de fronteira, nas pontes.

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Barra do Quaraí tem um hotel bem simples, por isso decidi ir para Uruguaiana, passar a primeira noite da viagem. No centro de Uruguaiana fica a praça Barão do Rio Branco, que estava com atividades e muita gente.

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A praça fica na frente da Igreja Matriz.

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Eu já conhecia Uruguaiana. Na primeira vez que estive por lá visitei as margens do Rio Uruguai.uruguaiana (Copy)

Depois da primeira parada em Uruguaiana a viagem seguiu no dia seguinte, ainda na Fronteira Oeste. Itaqui, Maçambará e São Borja estão no próximo Post. Confira também meu perfil com fotos lá no Instagram.

 

 

Nas 497 cidades do Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul tem 497 municípios e eu conheço todos. Não sei de mais ninguém que tenha esse feito no currículo. Estive nas 497 cidades gaúchas. Até mesmo naquelas com difícil acesso. A meta foi atingida em 10 de outubro, em Giruá, no Noroeste.

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Giruá fica perto de Santa Rosa e é uma cidade de pequena para média. A viagem para encerrar as 497 cidades durou 6 dias. Rodei 2.600 km saindo de Porto Alegre para a Fronteira Oeste e depois Missões. A primeira cidade que visitei foi Barra do Quaraí, na fronteira com o Uruguai.

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A partir daí visitei mais 30 cidades, fechando todas do RS. A viagem teve de tudo. Estrada asfaltada com buracos, muito chão – foram quase 200 km em estrada de terra – e travessias de balsa em rios. Cruzei o rio Piratini e o Riu Ijuí, num total de 4 passagens de balsa.

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Nos 200 km de estrada de chão teve alguns trechos ruins e outros nem tanto, mas muito pó.

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Passei por locais históricos, como o sítio arqueológico de São Nicolau, com ruínas das Missões.

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E conheci várias cidades às margens do majestoso Rio Uruguai.

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Tudo isso será contado em mais detalhes a partir do fim do mês. Tenho vários Post agendados no site e depois começa a saga dos últimos 31 municípios que faltavam para conhecer no RS. Não é fácil percorrer estas nossas estradas, com motoristas mal educados, intolerantes, buracos, falta de sinalização e, principalmente, falta de fiscalização das polícias rodoviárias. No caderno de Turismo de ZH de hoje, 15 de outubro, sai uma matéria sobre nossa viagem – minha e da Kátia -, na coluna da Rosane Tremea.

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Como não sou assinante de ZH não tenho como postar o link da matéria, mas está lá no jornal. Mais adiante vou falar detalhadamente sobre esta viagem. De mais, continuo viajando, já com novos planos. Confira as fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Alpestre e o Mirante da Usina

A cidade de Alpestre fica bem ao norte do RS. Tem asfalto a partir de Planalto, mas eu cheguei por Rio dos Índios, numa estrada de chão cheia de pedregulhos. Como a maioria das cidades deste roteiro, Alpestre é bem pequena.

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A principal atração fica a 18 km do centro, por estrada de chão em estado razoável. É o Mirante da Usina. A usina em questão é a Hidrelétrica Foz do Chapecó. Fica no Rio Uruguai, que divide os Estados do RS e SC.

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A capacidade da usina equivale a 25% do consumo de energia do estado de Santa Catarina ou 18% do consumo do Rio Grande do Sul. É energia suficiente para abastecer mais de cinco milhões de casas.

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Do mirante até a usina tem uma estrada asfaltada de uns 2 km. É possível atravessar a barragem de carro, até SC.

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A seguir uma foto da estrada de chão que leva ao mirante, a partir de Alpestre.

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Do lado catarinense, a primeira cidade é Águas de Chapecó. Eu voltei a Alpestre e depois desci em direção a Planalto, por estrada asfaltada. Parei em Planalto para um café e fui para Ametista do Sul, para passar a noite. O acesso a Ametista por Planalto tem asfalto. Por Frederico Westphalen é estrada de chão e está ruim. No caminho para Ametista, fotografei esta pequena igreja.

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Ametista eu já conhecia, mas a cidade cresceu muito desde a última vez que estive lá, faz uns 4 anos. Cresceu graças ao turismo. Tem mais comércio e mais pousadas. Na estrada para Planalto tem um restaurante subterrâneo que faz muito sucesso entre os turistas. No centro de Ametista, a pirâmide esotérica chama a atenção.

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Fica na praça em frente à igreja.

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Estão construindo uma torre ao lado da igreja, que terá a altura de um prédio de 11 andares e será um mirante para os turistas observarem a região. Não tem prazo para conclusão.

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A partir de Ametista eu desci em direção a Rodeio Bonito e conheci várias cidades próximas, mas isso é assunto para o próximo post. Confira também minhas fotos no Instagram. No Twitter ou no Facebook.

 

De Severiano de Almeida a Gaurama

Esta é a parte final do passeio pelo Alto Uruguai. De Severiano de Almeida a Gaurama é possível fazer todo o caminho por asfalto, mas eu gosto de conhecer novos lugares, então fiz o caminho maior. A primeira cidade do roteiro é Severiano, com acesso a partir da BR-153.

Depois subi até Mariano Moro, ainda asfalto.

De Mariano Moro retornei a Severiano e peguei a BR_153 em direção a SC e, antes da divisa, entrei numa estrada de chão à direita, em direção a Marcelino Ramos. A estrada passa perto do Rio Uruguai.

Em Marcelino uma das atrações é a ponte ferroviária que liga o RS a Santa Catarina. Já passei de carro por lá, há uns 10 anos. Hoje, não sei se ainda é possível.

Marcelino tem um parque de águas termais que atrai turistas. E atrações dentro do turismo religioso.

Saindo de Marcelino em direção a Erechim, por estrada asfaltada, a primeira cidade no caminho é Viadutos.

Em seguida fica Gaurama.

Depois de Gaurama voltei a Erechim para passar mais uma noite. No outro dia, bem cedo, saí para Quatro Irmãos. O acesso tem uma grande parte em estrada de chão, sem buracos, mas com muito pó.

A área urbana de Quatro Irmãos é pequeníssima. Na entrada da cidade fiz esta foto.

No centro, apenas uma rua asfaltada e uma meia dúzia de outras, com calçamento.

Quatro Irmãos encerra a viagem ao Alto Uruguai. Já conheço todos os municípios desta região gaúcha. Em todo o RS já são agora 406 cidades visitadas. Faltam 91. Para saber mais de minhas viagens, navegue pelo site. E conheça meu perfil no Instagram. Ou no Twitter.