Um roteiro pelo Noroeste do Estado

Muitas cidades neste último post sobre a viagem do começo de junho. Depois de Barra do Guarita segui para conhecer novos lugares no Noroeste. Passei por Tenente Portela, que eu já conhecia. A cidade cresceu bastante desde a última vez que estive lá, há mais de 10 anos. A primeira parte do roteiro foi uma passagem por Miraguaí. Uma bonita praça na frente da igreja na avenida principal, que é a rodovia que corta a cidade.

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Para chegar a Braga é preciso enfrentar uma estrada de chão.

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Esta região é caracterizada por uma terra mais avermelhada, o chamado barro vermelho. Redentora foi a próxima parada.

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Estas primeiras cidades do roteiro são bem parecidas.

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Seguimos por estrada de chão para conhecer novas cidades. Como a pequena Dois Irmãos das Missões. O município é o maior produtor de grãos do Médio e Alto Uruguai.

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A vizinha Erval Seco fica bem perto.

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A seguir a igreja luterana e a igreja católica.

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Mais uma pequena cidade da região: Boa Vista das Missões.

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E finalmente a última cidade do roteiro: São Pedro das Missões. Uma das menores cidades que já passamos.

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Com esse roteiro encerrado, chego a 453 cidades gaúchas já visitadas. Faltam apenas 44.  Fiz uma revisão dos números e atualizei as listas de municípios. O próximo roteiro já está pronto. Só falta ir para a estrada. Meus outros contatos: Instagram. Twitter e Facebook.

Passeio pelo Alto do Jacuí

Circular de carro pela região da barragem de Passo real é bem interessante. Há uma série de pequenas cidades para conhecer. A primeira delas é Fortaleza dos Valos, que tem um nome estranho, mas explicável. Há inclusive várias versões. A origem é relacionada a enormes valos abertos pelos índios em torno de uma Fortaleza Jesuítica. Outra versão assegura ter a Fazenda Fortaleza abrigado revolucionários em 1893, que abriam valos para lhes servirem de trincheiras. Há, ainda, outra ligada à demarcação de território para criação de gado. Como não havia cercas, eram feitos valos para separar as invernadas. Conforme estudiosos, ainda há valos na região que comprovariam esta versão. Quem visita Fortaleza dos Valos se surpreende porque a cidade é a maior das “pequenas cidades” da região. Tudo graças ao dinheiro do agronegócio.

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A cidade tem alguns prédios mais altos, ao contrários de outras da região que possuem apenas casas. E avenidas asfaltadas.

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As versões sobre a origem do nome foram deixadas pelos primeiros habitantes, os lusos brasileiros Por volta de 1922, foi iniciada a colonização. Os primeiros colonos eram italianos procedentes de Nova Palma e alemães vindos do Alto Uruguai e da Europa.

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O acesso para Fortaleza dos Valos a partir da RS-223 a partir de Cruz Alta não tem asfalto. Tem é muito pó, mas está em boas condições. Para pegar asfalto é preciso seguir mais adiante e entrar à direita para 15 de novembro, em frente à Ibirubá. É só asfalto. Abaixo foto de uma localidade entre 15 de novembro e Fortaleza dos Valos.

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Fortaleza dos Valos também é banhada pela barragem do Passo Real. Outra pequena cidade da região do Alto Jacuí é Campos Borges. A cidade é cortada pela rodovia, que acaba sendo a avenida principal.

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Campos Borges tem população de quase 4 mil pessoas. A cidade é banhada pela barragem do Passo Real, mas parece que ainda não encontrou o caminho para explorar melhor o turismo. Tem uma igreja diferente das tradicionais, bem parecida com a igreja da cidade vizinha de Alto Alegre.

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Campos Borges tem como vizinhos as cidades de Alto Alegre e Jacuizinho. Todas bem pequenas e bem parecidas. Alto Alegre é a próxima da lista. Tem pouco mais de 2 mil habitantes e foi fundada por imigrantes. Alemães e italianos. No centro tem a tradicional praça com a igreja, a de São Marcos, que não tem uma aparência bem diferente das igrejas tradicionais.

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O nome da cidade surgiu por ocasião da festa de inauguração da escola, em 28 de julho de 1934. Como a festa foi muito animada, o povo muito alegre, e o lugar bonito e muito alto, as autoridades presentes disseram que o lugar deveria chamar-se ALTO ALEGRE. A agricultura é a base da economia, predominando soja e trigo.

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Saindo de Alto Alegre em direção a Campos Borges tem a localidade de Linha Bonita, com o cemitério bem às margens da estrada.

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A Boa Vista do Cadeado e do Incra

Duas pequenas cidades do RS neste post. A primeira é Boa Vista do cadeado, que tem acesso por estrada asfaltada no caminho de Cruz Alta para Ijuí.

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Tem a pequena igreja e uma praça bem bonita.

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O nome de Boa Vista do Cadeado é de 1920. Havia uma fazenda na região cuja dona usava um enorme e descomunal cadeado em sua porteira. O povoado cresceu em uma bela colina que do alto se,enxergava a quilômetros de distância a paisagem  digna de uma “boa vista”.  Daí veio o nome: Boa Vista do Cadeado.

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O nome da praça municipal é Olga Dall’Aglio. E o município tem cerca de 2.500 habitantes. Outra pequena cidade deste post é Boa Vista do Incra, que nasceu a partir de um assentamento. Um detalhe: o acesso principal é feito por estrada com calçamento. Não é asfalto. Nem chão. Apenas um calçamento, bem irregular em alguns pontos. Chegando na cidade, o visitante se surpreende. É pequena, mas limpa e parece bem organizada.

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O assentamento começou com famílias atingidas pela construção da Barragem do Passo Real, a maioria pequenos agricultores oriundos dos municípios de Espumoso, Cruz Alta, Ibirubá e Selbach. Foi na década de 70. Boa Vista do Incra virou município. No centro, a igreja de Nossa Senhora Aparecida.

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Como se vê, a barragem de Passo Real realmente movimentou uma grande área do Rio Grande do Sul. Ainda hoje as águas do lago são aproveitadas por moradores de diversas cidades. E quem circula por lá há de reconhecer que é uma região muito bonita. Confira as minhas fotos no Instagram e veja meus passeios por aí. Eu também tenho conta no Twitter.