A Capela Santuário de Vanini

Esta pequena capela de madeira é conhecida como a Capela Santuário e fica perto da RS-129 no município de Vanini, norte do RS.

O nome correto do local é capela de Nossa Senhora Rainha da Paz. Há placas na estrada com este nome e com o nome de santuário. Acho que santuário é conhecido mais popularmente.

A capela é bem bonita. É difícil encontrar pequenas igrejas de madeira na região. Isso é mais comum na Serra.

Neste dia eu saí da cidade de Casca e percorri diversas estradas de chão em direção ao Norte, quando conheci pequenas igrejas de várias comunidades. Uma delas é a capela de Nossa Senhora dos Navegantes, ainda em Casca. O nome navegantes pode ser explicado pelo rio Carreiro, que passa perto.

As estradas da região estão em bom estado. É uma região rica em lavouras.

No município de São Domingos do Sul, vizinho de Casca, fui numa comunidade do interior e fotografei a capela São Marcos.

No mesmo município fica a capela de Santa Maria Goretti.

Neste mesmo dia percorri outras comunidades da região. Numa delas encontrei outra bela capela de madeira, tombada pelo patrimônio histórico. Assunto para o próximo Post. Confira mais fotos de viagens lá no Instagram.

A capela de Céu Azul em Guaporé

Tem uma região na Linha Sétima de Guaporé que é conhecida como Céu Azul. No dia em que passei por lá o céu realmente estava bem azul, praticamente sem nuvens.

Lá tem uma pequena capela, a de Nossa Senhora do Rosário, que é redonda, bem bonitinha.

A localidade fica lá para os lados de União da Serra.

Tudo estrada de chão, com bastante pó já que a chuva andava escassa.

Antes de chegar ao Cerro Azul, passei pela capela São José.

Depois acho que avancei pelo município de União da Serra, onde passei pela capela de Nossa Senhora de Caravaggio.

Foi pegando uma outra estrada de retorno que acabei no Cerro Azul. Gosto muito de percorrer essas pequenas estradas de interior.

Visitei outras localidades da região, mas isso é tema para o próximo Post. Tem muitas pequenas igrejas e capelas pelo caminho, algumas bonitas, outras nem tanto. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Em 2020, percorri 50 por cento de uma volta ao mundo

Recebi dia destes um resumo do Google Maps de minhas atividades em 2020. Apesar dessa pandemia, não parei de viajar. Segundo o Google, percorri de carro 18.555 km. A pé, foram 1.602 km, mais 93 km de bicicleta. Nada mal para um ano atípico. Minha principal viagem aconteceu no começo de 2020, antes da pandemia, entre 26 de janeiro e 14 de fevereiro. Passei por Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Mas a primeira viagem de 2020 foi ao local mais alto do RS, o pico e o cânion do Monte Negro, em São José dos Ausentes, bem na divisa com Santa Catarina.

Depois andei por outros lugares da Serra, como São Francisco de Paula e seu famoso Lago São Bernardo.

No fim de janeiro saí para minha aventura pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Atravessei várias vezes o Rio Paraná, entre São Paulo e Mato grosso do Sul.

Passei por uma capital, Goiânia.

Passei por um país estrangeiro, o Paraguai.

Conheci cidades novas, algumas históricas, como a Cidade de Goiás, antiga capital do Estado.

Passei pouco tempo em Minas, um dos estados que mais gosto no Brasil, mas voltei a visitar cidades do Norte do Paraná, como Maringá e sua famosa catedral.

Percorri diversas rodovias, desde municipais a estaduais e federais, e passei por muitas regiões diferentes.

Na volta, ainda antes da pandemia, voltei a passear pela Serra Gaúcha, conhecendo alguns lugares novos, como esta vinícola de Nova Pádua, ao lado do Belvedere dos Sonda.

A partir de março, com muitos hotéis fechados, foi um momento de reduzir as viagens mas, assim que descobri alguns hotéis abertos, não tive dúvidas, voltei a viajar. O foco, agora, era outro. Comecei a percorrer pequenas comunidades do Interior e a conhecer lugares bem afastados dos centros urbanos, como túneis ferroviários perto do Rio das Antas, entre Bento e Veranópolis.

Segundo o Google Maps, passei por 254 cidades em 2020, sendo 80 novas. E visitei 1.631 lugares. Em 510 deles era a primeira vez que passava por lá. Um deles fica no interior de Venâncio Aires, numa estrada de chão que já foi rota de viajantes, antes das estradas asfaltadas.

Fiz caminhos alternativos entre conhecidas cidades da Serra, como este entre Nova Petrópolis e Caxias do Sul, atravessando o Rio Caí em Pedancino.

Aliás, percorri muita estrada de chão e peguei muito pó por aí.

Mas valeu a pena porque conheci muitos lugares incríveis.

Em muitas comunidades que visitei em 2020, conheci pequenas capelas de madeira, algumas muito bonitas.

Eu sou um grande colaborador do Google Maps. Já postei mais de 1.000 fotos e em alguns lugares que estão marcados no mapa, há somente fotos minhas. Pouca gente andou por lá. Lugares distantes ou meio escondidos, com acesso restrito, como esta cascata numa estrada de chão que sai de Farroupilha para São Vendelino.

Não tenho uma meta definida para 2021, a não ser continuar viajando. Desde o começo do ano, continuo visitando pequenas comunidades no Interior, já que conheço todas as 497 cidades gaúchas. Assim que essa situação passar, pretendo voltar ao Sudeste e ao Centro-Oeste do Brasil, conhecer novos lugares. Aqui no site você encontra as mais diversas atrações em lugares que pouca gente conhece. Eu também tenho um perfil no Instagram, com mais fotos.

Pelo interior de Protásio Alves

A cidade de Protásio Alves fica ao lado de Nova Prata. É lá que está a famosa estação de águas termais Caldas do Prata, que muita gente acredita ficar em Nova Prata. No centro de Protásio Alves tem 2 igrejas, uma mais antiga e outra mais nova. São atrações turísticas do lugar.

Do centro, peguei uma estrada asfaltada que vai em direção ao Sul, para o Rio da Prata.

Mas não se entusiasmem muito porque, logo depois, o asfalto acaba.

Meu destino era a capela São José, que fica às margens do rio. No caminho, muitos locais para estacionar o carro e registrar a paisagem.

Um pouco antes de chegar à capela, a estrada emparelha com o Rio. De novo é preciso estacionar e registrar o momento.

Neste local tem umas churrasqueiras improvisadas. Sinal que os moradores da região aproveitam para curtir a natureza.

Logo em seguida tem uma ponte estreita para atravessar o Rio da Prata.

Do outro lado fica a pequena capela de São José.

É mais uma das muitas capelas espalhadas pelo interior do RS. Num lugar bem tranquilo, junto ao rio. Mais adiante tem um lugar bem bonito, o encontro das águas dos rios Turvo e da Prata. Tema para o próximo Post. Confira mais fotos de viagens lá no meu perfil no Instagram.