Tapes – Turismo na Lagoa dos Patos

O Guaíba e a Lagoa dos Patos são fonte de turismo para várias cidades gaúchas. Uma delas é Tapes, que fica no centro sul do Estado, a cerca de 100 Km de Porto Alegre pela BR-116. Localizada às margens da Lagoa, a cidade de Tapes vive principalmente do movimento de turistas nos meses mais quentes. Há vários balneários e campings no município. Quem visita Tapes encontra uma cidade pequena, com algumas casas antigas, do tempo dos açorianos, que ajudaram a colonizar a região. Tudo parece girar em torno da praça, que tem na frente a igreja matriz Nossa Senhora do Carmo.

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As ruas nas proximidades são bem movimentadas. Foi difícil, inclusive, encontrar vaga para estacionar.

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A região já foi habitada por índios, mas foram os imigrantes açorianos que impulsionaram o crescimento de Tapes. Numa quadra, há fachadas de casas no estilo açoriano.

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Circulando pelo centro de Tapes o visitante encontra alguns casarões mais antigos, incluindo a prefeitura.

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Esta igreja, ou capela, antiga, não tinha nome.

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As principais praias de Tapes ficam mais afastadas do centro, mas mesmo assim ainda é possível chegar perto da Lagoa na área central da cidade.

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E procurando, sempre se encontra alguma coisa bonita para fotografar.

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Bonita também é a praça central que, como escrevi, fica na frente da igreja.

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Muito movimento encontrei por lá no fim de semana.

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Jaguarão tem casas de quase 200 anos

Jaguarão é uma cidade da fronteira com o Uruguai que se modernizou um pouco nos últimos anos. Ganhou mais hotéis e pousadas. Tem uma cafeteria. Melhorou a infra-estrutura para receber o turista. Jaguarão é rica em arquitetura. Há uma infinidade de casarões antigos que podem ser vistos durante uma rápida caminhada pelo centro.

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A maioria das cidades do Sul e da Campanha gaúcha ainda preserva casarões. Em Jaguarão são muitos.

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A igreja matriz do Divino Espírito Santo fica bem no centro, na frente da praça.

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O Rio Jaguarão separa o Brasil do Uruguai. Para chegar a Rio Branco, no lado uruguaio, basta atravessar a histórica ponte internacional Mauá.

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A antiga enfermaria do Exército está em fase final de restauração. Será um dos pontos turísticos da cidade.

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Jaguarão tem outras atrações. Abaixo, o sol de fim de tarde refletindo na torre do prédio da Santa casa

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Também no fim de tarde, um por do sol na ponte do Rio Jaguarão.

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Por ficar localizada ao lado de Rio Branco no Uruguai, Jaguarão atrai turistas interessados em fazer compras no Free Shop uruguaio. Muitas vezes, no entanto, na pressa de só comprar e comprar, os visitantes esquecem de apreciar as belezas do lado brasileiro. Então, na próxima visita a Jaguarão, dedique um tempo a caminhar pelo centro da cidade. Vale a pena. Eu costumo postar fotos no Instagram. E no Twitter.

De barco para São José do Norte

Em Rio Grande é possível fazer um passeio de barco até a cidade vizinha de São José do Norte, do outro lado do canal. A barca de passageiros leva pouco mais de 20 minutos para atravessar a Lagoa. O local de saída do barco é bem perto da biblioteca de Rio Grande, no centro.

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O barco é bem confortável.

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Na chegada, São José do Norte.

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São José do Norte é caracterizada por sua arquitetura histórica colonial portuguesa, com  casarões antigos.

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Esta casa amarela é o prédio amarelo do Ministério Público. Aqui funcionava o antigo hotel Amaral construído em 1840.

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No centro tem a praça e na frente, a igreja matriz São José, construída em 1860.

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Caminhando pelo centro de São José do Norte o visitante encontra algumas ruas estreitas, bem comum em cidades mais antigas.

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A cidade tem muitos casarões. Alguns bem conservados e outros em recuperação.

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Fora da área urbana, há algumas praias, como a do Mar Grosso. Neste passeio a pé, me limitei à área urbana.

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De volta ao cais, é hora de fazer a viagem de retorno a Rio Grande.

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A passagem da balsa de passageiros custa R$ 2. O barco sai a cada meia hora, sendo que nos domingos a viagem é feita de hora em hora. No centro de São José do Norte tem uma ótima padaria com local para um café e um lanche. Tem Wi fi por lá. Também é possível fazer a travessia Rio Grande – São José do Norte de carro, em balsa que sai de outro local. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram. Ou no Twitter.

Rio Grande tem história, por do sol e muito mais

Rio Grande é uma cidade bem diversificada. Vale um passeio mais demorado. São muitos prédios e casarões históricos, além da Lagoa, do Porto e da praia. No centro, alguns prédios antigos, como a biblioteca e a Receita Federal. Também há uma praça.

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Também no centro fica a igreja de Rio Grande. Pena que os cabos de energia elétrica acabam prejudicando as fotos.

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Uma área usada para o lazer da população, à beira da lagoa. No fim de tarde, muita gente se reúne por lá.

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Tem outro ponto de onde é possível acompanhar o por do sol.

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O vento que vem da lagoa deixa a temperatura mais amena.

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De um lado a Lua já aparecia e de outro, o Sol se escondia…

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Rio Grande tem praia. O Cassino e os Molhes. O Cassino é o balneário marítimo mais antigo do Brasil. Foi fundado em 1890. Como o litoral gaúcho é praticamente reto, o Cassino é uma imensa faixa de areia onde é permitido circular de carro.

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Na ponta Norte do Cassino ficam os famosos molhes, que avançam 4 Km mar adentro. O passeio de vagoneta é feito num trecho de uns 2 Km.

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Qual o objetivo dos molhes? É garantir a tranquila navegação dos navios que chegam ou saem do Porto de Rio Grande.

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Para melhor curtir a área dos molhes, o bom é pagar os R$ 15 por pessoa e ir de vagoneta. Quem nos levou no passeio foi o Sr.Airton, que é o vagoneteiro mais antigo na região. Ele contou que na época do veraneio o movimento é intenso e quando não tem vento, o negócio é empurrar o vagão e garantir a diversão dos turistas. Quando estive lá havia bastante vento.

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No fim da viagem o turista desce do vagão e pode subir nas pedras para fotografar.

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Também é possível chegar lá caminhando, mas o legal é ir de vagoneta mesmo.

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Para chegar no Cassino e nos Molhes é bem fácil. Há placas indicativas na estrada. O trecho tem asfalto. Nos molhes é preciso estacionar o carro na areia, para ficar mais perto do fim da linha das vagonetas. Eu também costumo postar fotos no Instagram. E no Twitter.

Em Cerrito e Pedro Osório

Localizada ao lado de Pedro Osório, do outro lado do Rio Piratini, Cerrito chama a atenção pelo casario antigo. A sensação é de uma viagem no tempo.

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Em Cerrito, passa a linha do trem.

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Logo na chegada à cidade, a partir de Pedro Osório:

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A saída pelo outro lado, em direção à BR-293, tem 3 km de estrada de chão, já que o asfalto está inacabado.

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Como se vê pela foto acima, a cidade é bem calma e tranquila.  Em Pedro Osório a situação é parecida. A cidade está localizada às margens do Rio Piratini. Possui como principal atração o camping municipal, que no verão atrai moradores de cidades próximas. A cidade é pequena. Na chegada, o visitante tem a atenção despertada por um prédio antigo, perto do rio, onde funcionava a estação ferroviária.

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Aliás, casas antigas é o que não falta em Pedro Osório.

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Sobre o Rio Piratini, a antiga ponte ferroviária.

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Também no Piratini, a ponte rodoviária, que fica ao lado do camping e liga Pedro Osório à pequena cidade de Cerrito.

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Para se chegar a Pedro Osório, o melhor caminho é pegar a BR-116 a partir de Pelotas. Mais fotos no Instagram. Ou Twitter.