Na histórica Arroio Grande

Esta cidade gaúcha localizada no Sul do estado começou a ser formada por volta de 1803. Foi palco de batalhas durante a Revolução Farroupilha. Mantém até hoje o estilo antigo, com casarões dominando a paisagem.

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A igreja matriz fica na frente da praça Maneca Maciel.

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Caminhar por Arroio Grande é como andar por outras cidades da região.

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O Sul do Estado tem esta característica. Cidades com um casario bem antigo e poucos prédios novos e altos. Para acompanhar mais de minhas fotos, me siga no Instagram ou no Twitter.

São Lourenço do Sul – praia de lagoa

No inverno a cidade é tranquila. No verão, fica cheia de turistas em busca das águas calmas da Lagoa dos Patos. São Lourenço do Sul é assim. Quem chega na cidade logo quer saber onde fica a praia. É só seguir o canal.

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A praia das Nereidas é a mais procurada. É também um bom lugar para ver o Sol nascer.

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A praia é bem preparada para receber o visitante. Tem uma ótima infra-estrutura.

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Além do calçadão, também é possível caminhar na beira da lagoa.

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Tem muita gente que prefere praia de lagoa. A água é mais calma.

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Para chegar na cidade de São Lourenço do Sul a partir de Porto Alegre é fácil: basta pegar a BR-116. E para curtir minhas fotos também é fácil: basta me seguir no Instagram. Ou no Twitter.

Tapes – Turismo na Lagoa dos Patos

O Guaíba e a Lagoa dos Patos são fonte de turismo para várias cidades gaúchas. Uma delas é Tapes, que fica no centro sul do Estado, a cerca de 100 Km de Porto Alegre pela BR-116. Localizada às margens da Lagoa, a cidade de Tapes vive principalmente do movimento de turistas nos meses mais quentes. Há vários balneários e campings no município. Quem visita Tapes encontra uma cidade pequena, com algumas casas antigas, do tempo dos açorianos, que ajudaram a colonizar a região. Tudo parece girar em torno da praça, que tem na frente a igreja matriz Nossa Senhora do Carmo.

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As ruas nas proximidades são bem movimentadas. Foi difícil, inclusive, encontrar vaga para estacionar.

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A região já foi habitada por índios, mas foram os imigrantes açorianos que impulsionaram o crescimento de Tapes. Numa quadra, há fachadas de casas no estilo açoriano.

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Circulando pelo centro de Tapes o visitante encontra alguns casarões mais antigos, incluindo a prefeitura.

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Esta igreja, ou capela, antiga, não tinha nome.

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As principais praias de Tapes ficam mais afastadas do centro, mas mesmo assim ainda é possível chegar perto da Lagoa na área central da cidade.

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E procurando, sempre se encontra alguma coisa bonita para fotografar.

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Bonita também é a praça central que, como escrevi, fica na frente da igreja.

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Muito movimento encontrei por lá no fim de semana.

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Jaguarão tem casas de quase 200 anos

Jaguarão é uma cidade da fronteira com o Uruguai que se modernizou um pouco nos últimos anos. Ganhou mais hotéis e pousadas. Tem uma cafeteria. Melhorou a infra-estrutura para receber o turista. Jaguarão é rica em arquitetura. Há uma infinidade de casarões antigos que podem ser vistos durante uma rápida caminhada pelo centro.

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A maioria das cidades do Sul e da Campanha gaúcha ainda preserva casarões. Em Jaguarão são muitos.

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A igreja matriz do Divino Espírito Santo fica bem no centro, na frente da praça.

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O Rio Jaguarão separa o Brasil do Uruguai. Para chegar a Rio Branco, no lado uruguaio, basta atravessar a histórica ponte internacional Mauá.

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A antiga enfermaria do Exército está em fase final de restauração. Será um dos pontos turísticos da cidade.

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Jaguarão tem outras atrações. Abaixo, o sol de fim de tarde refletindo na torre do prédio da Santa casa

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Também no fim de tarde, um por do sol na ponte do Rio Jaguarão.

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Por ficar localizada ao lado de Rio Branco no Uruguai, Jaguarão atrai turistas interessados em fazer compras no Free Shop uruguaio. Muitas vezes, no entanto, na pressa de só comprar e comprar, os visitantes esquecem de apreciar as belezas do lado brasileiro. Então, na próxima visita a Jaguarão, dedique um tempo a caminhar pelo centro da cidade. Vale a pena. Eu costumo postar fotos no Instagram. E no Twitter.

De barco para São José do Norte

Em Rio Grande é possível fazer um passeio de barco até a cidade vizinha de São José do Norte, do outro lado do canal. A barca de passageiros leva pouco mais de 20 minutos para atravessar a Lagoa. O local de saída do barco é bem perto da biblioteca de Rio Grande, no centro.

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O barco é bem confortável.

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Na chegada, São José do Norte.

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São José do Norte é caracterizada por sua arquitetura histórica colonial portuguesa, com  casarões antigos.

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Esta casa amarela é o prédio amarelo do Ministério Público. Aqui funcionava o antigo hotel Amaral construído em 1840.

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No centro tem a praça e na frente, a igreja matriz São José, construída em 1860.

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Caminhando pelo centro de São José do Norte o visitante encontra algumas ruas estreitas, bem comum em cidades mais antigas.

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A cidade tem muitos casarões. Alguns bem conservados e outros em recuperação.

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Fora da área urbana, há algumas praias, como a do Mar Grosso. Neste passeio a pé, me limitei à área urbana.

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De volta ao cais, é hora de fazer a viagem de retorno a Rio Grande.

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A passagem da balsa de passageiros custa R$ 2. O barco sai a cada meia hora, sendo que nos domingos a viagem é feita de hora em hora. No centro de São José do Norte tem uma ótima padaria com local para um café e um lanche. Tem Wi fi por lá. Também é possível fazer a travessia Rio Grande – São José do Norte de carro, em balsa que sai de outro local. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram. Ou no Twitter.