Antiga estação ferroviária vira área de lazer em Minas

Ribeirão Vermelho é uma cidade mineira localizada às margens do Rio Grande. Lá tem uma antiga estação ferroviária, que virou um parque para o lazer da população.

Tem vários prédios antigos por lá, inclusive uma Rotunda, que era usada para a manutenção dos trens.

Esta rotunda é a maior da América Latina. E Ribeirão Vermelho é um dos menores municípios mineiros.

E trem é o que não falta em Minas.

A linha ferroviária passa bem pelo centro da cidade antes de seguir para a área da estação.

Tem vários prédios antigos em Ribeirão Vermelho.

O Rio Grande passa ao lado da estação ferroviária. A ponte é usada por trens e carros.

Seguindo adiante pela estrada, chega-se ao município de Bom Sucesso, mas antes tem o Distrito de Macaia, em Bom Sucesso, às margens da lagoa formada no Rio Grande pela barragem que existe na região.

Na frente da lagoa tem uma pequena igreja.

Minas Gerais tem uma diversidade muito grande. Há regiões serranas, vales, barragens, locais históricos e o melhor café do Brasil. Muito bom passear por lá. Confira mais fotos de viagem lá no Instagram.

A cidade do ET e outros lugares em Minas Gerais

A cidade de Varginha fica no Sul de Minas, terra do melhor café do Brasil. Na década de 90 ficou conhecida como a cidade do ET, por causa de uma estória de contatos com extra terrestres. Bem, Varginha nunca soube aproveitar bem essa estória. No centro, restou a pequena praça com o ET e a nave espacial.

Varginha é bem movimentada e tem uma boa rede de hotéis. Fica perto de Três Corações, que é a terra do Pelé. Eu não gostei muito de Três Corações, esperava que fosse uma cidade maior e mais bonita.

Tem muitas ladeiras e ruas estreitas. Eu já mostrei um pouco da Terra do Pelé, nesse POST. Eu circulei bastante pela região de Varginha e Três Corações em julho. Passei, por exemplo, pela pequena cidade de Conceição do Rio Verde, com sua Basílica.

Pela cidade de Lambari, que tem um parque com água mineral jorrando de graça, além de outras atrações, como esta queda d’água no centro.

Outra atração é um antigo Cassino, que fica na beira de um lago.

Minas sempre me atraiu, por diversos motivos. Na última vez que andei por lá a terra estava verde. Em julho, por causa da pouca chuva, a grama estava meio seca, meio amarelada.

Os lagos formados pelas diversas barragens também estavam baixos. Tem chovido bem pouco no Sudeste, mas espero que a situação comece a se normalizar aos poucos. Confira mais fotos de minhas viagens por aí lá no Instagram.

Águas de Lindóia e outras cidades do Circuito das Águas paulista

O norte de São Paulo, quase na divisa com Minas, tem uma região conhecida como o Circuito das Águas. Saí de Campinas em direção ao Norte por uma estrada duplicada e em seguida peguei outra estrada à direita, passando por Jaguariúna. É a primeira cidade do Circuito das Águas. Lá tem uma antiga estação ferroviária bem preservada.

Seguindo adiante, a próxima cidade é Pedreiras, conhecida como a Cidade das Porcelanas.

Amparo é conhecida como a Capital Histórica do Circuito das Águas. Um belo casarão é onde funciona a Beneficência Portuguesa.

No centro, alguns casarões e a antiga estação ferroviária.

O Circuito das Águas paulista ainda tem Serra Negra, por onde passei rapidamente. A região parece ter influência portuguesa.

Águas de Lindóia, acho, é a mais bonita das cidades da região e costuma ficar bem movimentada em períodos de férias.

Eu passei uma noite lá, antes de seguir para Minas Gerais. O parque no centro é bem bonito.

Caminhando em volta do lago a gente encontra uma família de Capivaras.

Esta região paulista tem estradas estreitas e bem movimentadas. São cidades localizadas em terras elevadas, de mais de 900 metros de altitude, com temperatura bem agradável, mesmo no verão. É a segunda vez que passo por lá. A primeira foi há muito tempo. Minas também tem regiões serranas e uma delas, no Sul do Estado, percorri neste roteiro. Tema para os próximos Posts. Confira mais fotos lá no Instagram.https://www.instagram.com/marcosh85/?hl=pt-br

Saindo do Estado de São Paulo após noite de chuva

Eu tinha suspendido as postagens, mas resolvi retomar, duas vezes por semana, para terminar a saga da viagem que fiz em janeiro e fevereiro. Este Post é sobre meu último dia no Estado de São Paulo. Minha última noite em terras paulistas foi com bastante chuva. Na região da Grande São Paulo foi a maior chuva em muitos anos e alagou parte da capital paulista. Houve mortes. Eu estava em Marília, mais para o Oeste. Mesmo assim choveu bastante. Em Botucatu, uma cidade relativamente próxima a Marília, houve muitos estragos. Apesar da chuva, amanheceu nublado e não tive problemas na estrada. Rumo ao Paraná.

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Estradas paulistas são relativamente boas, apesar da grande quantidade de pedágios.

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A cidade de Marília é mediana. Fiquei num bom hotel no centro.

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A viagem para o Paraná foi tranquila, apesar de sempre haver a ameaça de chuva, que não ocorreu, pelo menos no meu caminho.

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Antes de chegar a Marília, passei pelo Rio Tietê.

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Ao chegar no Estado do Paraná paguei o pedágio mais caro de toda a viagem. 21 reais.

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O Paraná é dos estados que mais produz alimentos. Há lavouras por todo o lado.

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A  caminho de Maringá, na região de Arapongas, descobri esta pequena capela de Madeira.

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De volta à Região Sul, minha primeira parada foi em Maringá, terra do Café. Uma das maiores cidades do Paraná. Tema para o próximo Post. Confira também meu perfil no Instagram, com mais fotos de viagens. Por conta dessa histeria com o coronavírus, passo a maior parte do dia em casa. Espero retomar as viagens em breve. Ainda faltam alguns posts sobre a viagem do começo do ano.

De São José do Rio Preto a Araraquara

Duas cidades localizadas no norte de São Paulo. São José do Rio Preto é maior e tem estradas bem movimentadas em volta. Um dos pontos mais atrativos da cidade é o parque da represa, perto do centro.

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É um lugar bom para caminhadas.

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De São José do Rio Preto segui para Araraquara. O estado de São Paulo tem boas estradas, muitas duplicadas, mas muitos pedágios também. A cidade de Araraquara é menor e conhecida pelas pegadas de dinossauros. Dizem que muitos dinossauros passaram pela região. Perto do hotel onde fiquei há o chamado museu a céu aberto, com marcas de patas de dinossauros no chão. É um local mal sinalizado, que não permite ver muita coisa. Foi uma decepção. Caminhando pelo centro de Araraquara, vê-se muitos prédios e casas antigas.

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Meu hotel ficava ao lado da igreja.

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De Araraquara saí para outro destino no estado de São Paulo, minha última noite no Sudeste. Tema para o próximo Post. Confira ainda meu perfil lá no Instagram. O movimento em hotéis caiu bastante nos últimos dias. Cidades turísticas estão às moscas. Muitos hotéis estão adotando medidas preventivas ao coronavírus. Agora vem o período de Páscoa e vai ser uma tragédia para o comércio e o setor de turismo.