A Cascata Vitória de Maratá

Um lugar bem bonito que fica relativamente perto de Porto Alegre. Maratá é uma cidade vizinha de Montenegro. O acesso para a cascata Vitória é pago. Custa 12 reais por pessoa. Á área é da prefeitura mas foi concedida a particulares. Antes, o local estava meio abandonado.

No verão o local fica bem cheio, já que é possível tomar banho por lá.

Ao lado do parque tem uma ponte pênsil que pode ser atravessada facilmente. Lá tem uma trilha de uns 500 metros que leva ao alto do morro, num local onde já funcionou uma hifdrelétrica.

A trilha é bem fácil e tem cordas para ajudar na subida. Para chegar lá em cima não é preciso pagar os 12 reais do parque. O pagamento vale para quem quer chegar perto da Cascata Vitória.

Maratá tem outra cascata, na saída para Salvador do Sul. Esta fica em área particular e também tem pagamento de ingresso. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

A Cascata do Cipriani, em Montauri

Uma bela cascata que tem acesso bem fácil no município de Montauri. Fica a uns 4 km do centro e dá para deixar o carro quase ao lado.

Passei por lá numa época de pouca chuva.

O espaço na área da cascata é pequeno, mas acho que tem gente que procura o lugar para tomar banho nos dias mais quentes.

Para chegar na cascata a estrada é de chão, mas está em bom estado de conservação. E vale a pena ir até o lugar, que é bem tranquilo.

Neste roteiro eu saí de Casca e peguei uma estrada de chão em direção à localidade de Silva Jardim.

Depois de passar por Montauri e pela cascata, segui para Nova Alvorada, onde almocei. No caminho, a capela de Nossa Senhora Auxiliadora.

A maior parte do roteiro foi em estrada de chão, mas já para os lados de Nova Alvorada tem asfalto. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Na Cascata da Garganta de Casca

A cidade de Casca fica às margens da RS-324, uma rodovia estadual bem movimentada e perigosa em alguns trechos. Perto do centro fica a Cascata da Garganta. Tem lugar para estacionar o carro, ao lado da estrada. Depois é só caminhar por uma trilha leve, por uns 10 minutos, sem pressa. A cascata fica logo depois dessa pequena ponte.

Estive lá em agosto, uma época de pouca chuva.

A trilha é bem fácil. E perto da cascata tem uma pedras. É possível caminhar bem perto da queda d’água.

Em época de chuva o volume de água é bem maior.

Casca tem outras cascatas para conhecer. A da Garganta é fácil de achar. Basta fazer uma pesquisa no Google Maps que indica o local onde deve parar o carro ao lado da RS-324.

Acredito que em dias de maior volume de água é até possível tomar banho por lá. Apernas a água deve ser bem gelada… Para ver mais fotos de minhas viagens, me siga no Instagram.

De Porto Alegre a Parobé sem passar pela BR-116

O caminho normal entre as duas cidades é pegar a BR-116 e depois a RS-239, mas eu resolvi fazer um caminho diferente. Saí de Porto Alegre pela Assis Brasil, atravessei Cachoeirinha e fui parar na estrada de Santa Tecla, em Gravataí. Era um sábado com céu nublado e algumas pancadas de chuva. A primeira parada foi na capela de Santa Tecla, em Gravataí.

A capela fica dentro de um grande terreno, onde é possível entrar de carro.

De lá segui em direção ao Norte, e fui parar em Lomba Grande, interior de Novo Hamburgo. Numa estrada de chão fica a capela de Nossa senhora das Graças. A capela é bonita, mas a entrada estava fechada, então a foto é de longe.

Lomba Grande tem vários casarões antigos.

A partir daí o roteiro é todo em asfalto, por estradas secundárias. A capela de Santa Maria do Butiá fica quase em Campo Bom. O portão também estava fechado e chovia.

Depois de cruzar o Rio do Sinos e tomar um café em Campo Bom, cheguei a meu destino, a cidade de Parobé. Quase na frente do hotel, fotografei esta casa antiga.

Parobé tem um hotel simples, o Cardozo, onde passei a noite. No dia seguinte fiz alguns passeios pela região. Confira mais fotos de minhas viagens por aí no Instagram.

A histórica Ponte do Couto de Rio Pardo

Esta bela ponte de pedra foi construída no Século 19 e atualmente é tombada pelo patrimônio histórico. Fica na localidade de Ramiz Galvão, interior de Rio Pardo.

Ela foi erguida para facilitar o deslocamento entre localidades próximas.

Ainda hoje é possível utilizar a ponte.

O acesso é feito a partir da BR-471, para quem segue em direção a Santa Cruz do Sul. Tem um trecho de estrada de chão com muito pó.

Pena que construíram outra ponte ao lado, o que acaba prejudicando as fotos.

Tem pouco lugar para estacionar o carro. Depois é preciso caminhar por uma pequena trilha. Chegando na parte inferior da ponte, é possível subir ao topo.

A ponte do Couto é um dos muitos lugares escondidos que existem pelo interior do RS. Para conhecer esses lugares é preciso ter um pouco de espírito de aventura. Tem que ter coragem para enfrentar algumas estradas de chão, mas vale a pena. Eu tenho cumprido vários roteiros pelo interior do RS. Confira o resultado das minhas viagens aqui no site e visite meu perfil no Instagram.