A histórica Ponte do Couto de Rio Pardo

Esta bela ponte de pedra foi construída no Século 19 e atualmente é tombada pelo patrimônio histórico. Fica na localidade de Ramiz Galvão, interior de Rio Pardo.

Ela foi erguida para facilitar o deslocamento entre localidades próximas.

Ainda hoje é possível utilizar a ponte.

O acesso é feito a partir da BR-471, para quem segue em direção a Santa Cruz do Sul. Tem um trecho de estrada de chão com muito pó.

Pena que construíram outra ponte ao lado, o que acaba prejudicando as fotos.

Tem pouco lugar para estacionar o carro. Depois é preciso caminhar por uma pequena trilha. Chegando na parte inferior da ponte, é possível subir ao topo.

A ponte do Couto é um dos muitos lugares escondidos que existem pelo interior do RS. Para conhecer esses lugares é preciso ter um pouco de espírito de aventura. Tem que ter coragem para enfrentar algumas estradas de chão, mas vale a pena. Eu tenho cumprido vários roteiros pelo interior do RS. Confira o resultado das minhas viagens aqui no site e visite meu perfil no Instagram.

Na Cascata União da Serra

Em alguns lugares a cascata também aparece com o nome de São Luiz. É porque fica na comunidade de São Luiz, a uns 5 km do centro de União da Serra. Tem um parque na área. A cascata já é vista da estrada, à direita.

Então é só estacionar o carro e fotografar.

Tem bastante pedras na região. É possível descer entre as pedras e chegar bem perto da cascata.

Acho que nos dias quentes de verão muita gente procura a região para um banho de rio. Ou riacho.

A estrada para União da Serra começa na RS-129, em Guaporé. É estrada de chão.

Junto ao parque tem uma bela capela de madeira que vou mostrar no próximo Post.

A estrada de chão que passa pela cascata tem algumas pedras mas no geral está em bom estado. O maior problema é o pó. Confira mais fotos de viagem no meu perfil no Instagram.

Uma vinícola em Farroupilha e Feira do Livro em Caxias

Um dos caminhos para chegar a Farroupilha passa pelo Desvio Blauth, a partir de Carlos Barbosa. Logo no início, já quase em Garibaldi, fica a Vila Rica, com a sede da Vinícola Chesini.

Um dos destaques da vinícola é o Moscatel, que é premiado.

No interior da vinícola tem um memorial, que conta a história da família.

Na parte externa, um espaço para relaxar em meio aos vinhedos.

Este passeio foi feito na primeira quinzena de dezembro do ano passado e a Serra estava com as hortênsias em evidência.

Na frente do restaurante Caminhos do Trem, uma linha férrea desativada.

Em Caxias, acontecia mais uma edição da Feira do Livro, na Praça Dante.

O céu nublado prometia chuva, que naquele dia não veio. No fim da tarde o tempo melhorou e ficou bem bonito na cidade.

A foto acima foi feita a partir do Tri Hotel e Flat no centro, na Avenida Os 18 do Forte. Um dos hotéis mais baratos de Caxias e mais confortáveis também. Confira mais fotos de viagens lá no Instagram.

Capelas e casarões no caminho de Antônio Prado a Garibaldi

Um pouco mais do roteiro que fiz em outubro do ano passado pelas comunidades da Serra. Saindo de Antônio Prado, a torre de uma igreja chamou minha atenção quando descia a RS-122. Fica na comunidade de São João Batista, à direita de quem desce.

A igreja fica bem perto da rodovia.

Quem desce a 122 em direção a Flores da Cunha pode fugir do pedágio, entrando na comunidade de São Vitor, à direita. Fica poucos km antes da praça de pedágio. A estrada municipal é asfaltada e é possível voltar à RS-122 depois do pedágio. Quem não tiver muita pressa pode economizar… Bem, depois de visitar a comunidade de São João Batista peguei o desvio do pedágio e fui até Otávio Rocha, distrito de Flores da Cunha. Lá tem uma capelinha de madeira que também se chama São João Batista.

Na verdade, é mais conhecido como capitel. Passando por Otávio Rocha segui em direção a Santa Justina. No casarão dos Veronese, em vez de entrar à direita, segui em frente. Mais adiante tem outra comunidade com um belo casarão de madeira.

Quase no limite com Caxias, outro casarão.

Acho que o lugar é conhecido como Linha 80. Bem, depois de passar a noite em Caxias, no dia seguinte continuei o roteiro, passando pelo Desvio Blauth, em Farroupilha, e pela Vila Rica.

Outra capela na região é a de São Miguel, acho que já em Garibaldi.

Aproveitei para almoçar no centro de Garibaldi e depois seguir em direção a Coronel Pillar por uma estrada municipal. Na saída de Garibaldi, um antigo moinho.

No caminho, de estrada com asfalto, encontrei mais casarões.

Esta estrada que leva a Coronel Pillar passa pelo distrito de Marcorama. A estrada tem um pequeno trecho sem asfalto, mas em ótimo estado. No próximo post vou mostrar um belíssimo casarão de pedra que fica meio escondido em Coronel Pillar. Confira mais fotos de viagens lá no Instagram.

Encontro do Rio Turvo com o Rio da Prata

O encontro desses dois rios acontece no limite dos municípios de Protásio Alves e Antônio Prado. Eu cheguei lá a partir de Protásio Alves. Por uma estrada de chão estreita mas boa para percorrer com qualquer tipo de veículo.

A ponte que se vê ao longe é a ferroviária. A ponte para carros é estreita e mais baixa.

O local é turístico.

Os rios são bem calmos na região.

Eu tinha saído de Protásio Alves e meu destino era Antônio Prado. Atravessei a ponte rodoviária e segui em frente pela estrada de chão. Tem alguns trechos com pedras, mas nada que prejudique o passeio.

Depois desse trecho de encontro com a estrada de ferro fica a RS-437, que eu já percorri antes, e é caminho para Antônio Prado. A estrada está boa, tem apenas muito pó.

A RS-437 começa na BR-470 em Vila Flores. Lá em cima, quase em Antônio Prado, ela encontra a RS-448, que leva a Nova Roma do Sul. A partir dessa confluência, o trecho está em obras de asfaltamento. Há bastante pedregulhos e muito, mas muito pó, mas vale a pena o passeio. Confira mais fotos de viagens lá no meu perfil no Instagram.