Serra Gaúcha começa a retomar atividades

Ainda tímido, mas já há movimentação de pessoas na Serra. Estive em Gramado no último domingo e vi algumas pessoas passeando. Mesmo assim, a Rua Coberta estava irreconhecível.

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Caminhando pelas ruas da cidade era possível observar algumas pessoas, inclusive famílias com crianças, mas pouca gente.

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A circulação de veículos também era pequena para um domingo.

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Hotéis de Gramado ainda não estavam operando. O certo é que ainda vai demorar muito para a situação voltar ao normal. Influenciados pelos noticiários da TV e pelas fake news das redes sociais, muita gente está completamente histérica. Mas, tomando certos cuidados, não há qualquer problema em sair à rua. Depois de Gramado passei por Nova Petrópolis, que me pareceu mais movimentada.

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Nova Petrópolis também está com hotéis sem operar normalmente, mas em Caxias, achei um hotel aberto. O antigo Bergson Flat mudou de rede e agora é da Tri Hotéis. Fica na Avenida Os 18 do Forte, bem no centro.

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O valor das diárias caiu um pouco e vale a pena se hospedar lá. Havia pouca gente no hotel, estava bem tranquilo. No centro de Caxias, muita gente circulando na segunda-feira e algumas lojas abertas. Aos poucos, vamos voltando ao normal. Confira mais fotos de viagens no Instagram.

Voltando ao RS pela região de Goio-En

Depois de passar uma noite em Chapecó, voltei ao RS e passei numa das regiões que certamente está entre as mais bonitas do Sul do Brasil. Chapecó é uma cidade grande e tem um trânsito horrível. Motoristas muito mal educados que dirigem feito loucos. Fiquei em Chapecó num hotel novo, longe do centro e perto do shopping.

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O retorno foi no dia seguinte. Estradas boas, mas com bastante movimento de caminhões. Entrei no RS atravessando o Rio Uruguai, na região de Goio En, que fica em Erval Grande.

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Depois descobri que, pelo lado de SC, Goi En é uma região turística que aproveita o rio Uruguai para o lazer.

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Há um encontro de vários rios na região.

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Ainda pretendo voltar a esta região para conhecer melhor. Quem sabe no Outono, quando não faz tanto calor. Assim termina a série de Posts sobre a viagem que fiz em janeiro e fevereiro. Foram 5.800 km passando por 6 estados, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Ainda falta conhecer o Norte do Brasil e voltar ao Nordeste, região para onde viajei muito nas décadas de 80 e 90. Confira mais fotos de viagens no Instagram.

 

A Lagoa das Lágrimas de Guarapuava

Guarapuava é uma movimentada cidade do Sul do Paraná. A Lagoa das Lágrimas é um dos pontos turísticos de lá.

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Fica próximo ao centro e é local para caminhadas e lazer da população.

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O nome Lagoa das Lágrimas se deve a uma lenda indígena.

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Guarapuava é uma das cidades do Paraná que mais se desenvolveu nos últimos anos.

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Foi minha última noite no Paraná, na viagem que fiz em janeiro e fevereiro. De Guarapuava comecei o retorno ao RS, mas antes parei em SC. As estradas do Paraná estão bem boas na região.

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Há belas paisagens pelo caminho.

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Mais uma vez passei pelo rio Iguaçu.

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Meu próximo destino é Chapecó, em Santa Catarina, onde passei uma noite. Tema para o último post desta série que mostrou o roteiro de 5.800 km que fiz no começo de 2020. Mais fotos de viagem estão lá no meu perfil no Instagram.

A icônica Catedral de Maringá, no Paraná

A igreja, também chamada de basílica, foi inaugurada no começo da década de 70 e hoje é o principal símbolo desta importante cidade do Norte do Paraná. A torre tem 114 metros.

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Seus maiores vitrais chegam a ter 20 metros.

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Na primeira vez que estive em Maringá, há uns 13 anos, consegui subir no alto da torre, onde existe um mirante. Agora o local está em obras.

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A catedral fica num bairro de Maringá onde há hotéis, shoppings e grande variedade de restaurantes e lancherias. É uma das principais avenidas da cidade, a Avenida Tiradentes.

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Eu passei uma noite em Maringá e fiquei num hotel a poucos metros da igreja. Da piscina, é possível ver a torre.

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O Norte do Paraná tem muitas lavouras e é também terra do café. Outra grande cidade de região é Londrina, onde estive em 2007. Este ano passei apenas por Maringá. Confira ainda minhas fotos postadas lá no Instagram.

Saindo do Estado de São Paulo após noite de chuva

Eu tinha suspendido as postagens, mas resolvi retomar, duas vezes por semana, para terminar a saga da viagem que fiz em janeiro e fevereiro. Este Post é sobre meu último dia no Estado de São Paulo. Minha última noite em terras paulistas foi com bastante chuva. Na região da Grande São Paulo foi a maior chuva em muitos anos e alagou parte da capital paulista. Houve mortes. Eu estava em Marília, mais para o Oeste. Mesmo assim choveu bastante. Em Botucatu, uma cidade relativamente próxima a Marília, houve muitos estragos. Apesar da chuva, amanheceu nublado e não tive problemas na estrada. Rumo ao Paraná.

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Estradas paulistas são relativamente boas, apesar da grande quantidade de pedágios.

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A cidade de Marília é mediana. Fiquei num bom hotel no centro.

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A viagem para o Paraná foi tranquila, apesar de sempre haver a ameaça de chuva, que não ocorreu, pelo menos no meu caminho.

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Antes de chegar a Marília, passei pelo Rio Tietê.

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Ao chegar no Estado do Paraná paguei o pedágio mais caro de toda a viagem. 21 reais.

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O Paraná é dos estados que mais produz alimentos. Há lavouras por todo o lado.

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A  caminho de Maringá, na região de Arapongas, descobri esta pequena capela de Madeira.

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De volta à Região Sul, minha primeira parada foi em Maringá, terra do Café. Uma das maiores cidades do Paraná. Tema para o próximo Post. Confira também meu perfil no Instagram, com mais fotos de viagens. Por conta dessa histeria com o coronavírus, passo a maior parte do dia em casa. Espero retomar as viagens em breve. Ainda faltam alguns posts sobre a viagem do começo do ano.