A Lagoa das Lágrimas de Guarapuava

Guarapuava é uma movimentada cidade do Sul do Paraná. A Lagoa das Lágrimas é um dos pontos turísticos de lá.

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Fica próximo ao centro e é local para caminhadas e lazer da população.

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O nome Lagoa das Lágrimas se deve a uma lenda indígena.

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Guarapuava é uma das cidades do Paraná que mais se desenvolveu nos últimos anos.

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Foi minha última noite no Paraná, na viagem que fiz em janeiro e fevereiro. De Guarapuava comecei o retorno ao RS, mas antes parei em SC. As estradas do Paraná estão bem boas na região.

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Há belas paisagens pelo caminho.

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Mais uma vez passei pelo rio Iguaçu.

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Meu próximo destino é Chapecó, em Santa Catarina, onde passei uma noite. Tema para o último post desta série que mostrou o roteiro de 5.800 km que fiz no começo de 2020. Mais fotos de viagem estão lá no meu perfil no Instagram.

A icônica Catedral de Maringá, no Paraná

A igreja, também chamada de basílica, foi inaugurada no começo da década de 70 e hoje é o principal símbolo desta importante cidade do Norte do Paraná. A torre tem 114 metros.

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Seus maiores vitrais chegam a ter 20 metros.

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Na primeira vez que estive em Maringá, há uns 13 anos, consegui subir no alto da torre, onde existe um mirante. Agora o local está em obras.

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A catedral fica num bairro de Maringá onde há hotéis, shoppings e grande variedade de restaurantes e lancherias. É uma das principais avenidas da cidade, a Avenida Tiradentes.

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Eu passei uma noite em Maringá e fiquei num hotel a poucos metros da igreja. Da piscina, é possível ver a torre.

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O Norte do Paraná tem muitas lavouras e é também terra do café. Outra grande cidade de região é Londrina, onde estive em 2007. Este ano passei apenas por Maringá. Confira ainda minhas fotos postadas lá no Instagram.

Saindo do Estado de São Paulo após noite de chuva

Eu tinha suspendido as postagens, mas resolvi retomar, duas vezes por semana, para terminar a saga da viagem que fiz em janeiro e fevereiro. Este Post é sobre meu último dia no Estado de São Paulo. Minha última noite em terras paulistas foi com bastante chuva. Na região da Grande São Paulo foi a maior chuva em muitos anos e alagou parte da capital paulista. Houve mortes. Eu estava em Marília, mais para o Oeste. Mesmo assim choveu bastante. Em Botucatu, uma cidade relativamente próxima a Marília, houve muitos estragos. Apesar da chuva, amanheceu nublado e não tive problemas na estrada. Rumo ao Paraná.

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Estradas paulistas são relativamente boas, apesar da grande quantidade de pedágios.

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A cidade de Marília é mediana. Fiquei num bom hotel no centro.

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A viagem para o Paraná foi tranquila, apesar de sempre haver a ameaça de chuva, que não ocorreu, pelo menos no meu caminho.

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Antes de chegar a Marília, passei pelo Rio Tietê.

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Ao chegar no Estado do Paraná paguei o pedágio mais caro de toda a viagem. 21 reais.

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O Paraná é dos estados que mais produz alimentos. Há lavouras por todo o lado.

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A  caminho de Maringá, na região de Arapongas, descobri esta pequena capela de Madeira.

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De volta à Região Sul, minha primeira parada foi em Maringá, terra do Café. Uma das maiores cidades do Paraná. Tema para o próximo Post. Confira também meu perfil no Instagram, com mais fotos de viagens. Por conta dessa histeria com o coronavírus, passo a maior parte do dia em casa. Espero retomar as viagens em breve. Ainda faltam alguns posts sobre a viagem do começo do ano.

De São José do Rio Preto a Araraquara

Duas cidades localizadas no norte de São Paulo. São José do Rio Preto é maior e tem estradas bem movimentadas em volta. Um dos pontos mais atrativos da cidade é o parque da represa, perto do centro.

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É um lugar bom para caminhadas.

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De São José do Rio Preto segui para Araraquara. O estado de São Paulo tem boas estradas, muitas duplicadas, mas muitos pedágios também. A cidade de Araraquara é menor e conhecida pelas pegadas de dinossauros. Dizem que muitos dinossauros passaram pela região. Perto do hotel onde fiquei há o chamado museu a céu aberto, com marcas de patas de dinossauros no chão. É um local mal sinalizado, que não permite ver muita coisa. Foi uma decepção. Caminhando pelo centro de Araraquara, vê-se muitos prédios e casas antigas.

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Meu hotel ficava ao lado da igreja.

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De Araraquara saí para outro destino no estado de São Paulo, minha última noite no Sudeste. Tema para o próximo Post. Confira ainda meu perfil lá no Instagram. O movimento em hotéis caiu bastante nos últimos dias. Cidades turísticas estão às moscas. Muitos hotéis estão adotando medidas preventivas ao coronavírus. Agora vem o período de Páscoa e vai ser uma tragédia para o comércio e o setor de turismo.

A história de Bernardão e seus 28 centímetros

Uma estátua de 12 metros de altura chama a atenção pelas pessoas que passam pela pequena cidade de Fronteira, na divisa de Minas Gerais com São Paulo. Um negrão enorme, nu, em pleno centro. É a estátua do Bernardão, um escravo que ficou famoso na região pelo seu dote. Com um instrumento de 28 centímetros, Bernardão fazia a festa entre as senhoras e senhoritas naquela época.

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Para quem ficou curioso, a parte da frente da estátua protege a intimidade do antigo escravo.

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Há muitas estórias envolvendo o nome de Bernardão, mas o que se sabe é que ele era bem dotado e muito famoso em Fronteira. A cidade é pequena e tem alguns atrativos para o turista, todos na área rural. Eu apenas passei por Fronteira, onde acabei conhecendo a história do Bernardão. Parei numa padaria bem na frente da estátua para tomar um copo de Nescau e a mocinha que me atendeu ficou envergonhada de me explicar o motivo daquela estátua de 12 metros de um negrão pelado. Disse que não sabia….  Bem, depois de Minas, entrei no estado de São Paulo. O Rio Grande separa os dois estados.

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A principal estrada que usei naquela viagem foi a BR-153, que passa por Fronteira e entra São Paulo adentro. Em Minas, há trechos bem ruins, apesar de haver pedágio.

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Grande movimento de caminhões, que colam na traseira e não dão espaço para manobra, no caso de haver algum buraco.

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Já em São Paulo, a estrada melhorou.

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Parei em três cidades paulistas. A primeira foi São José do Rio Preto, que fica às margens de 3 rodovias bem movimentadas. É uma cidade grande e, dizem, muito quente. Eu tive sorte e não peguei tanto calor. Nos próximos Posts falo um pouco das estradas e das cidades paulistas. Confira também meu perfil no Instagram.