A primeira igreja Batista do Rio Grande do Sul

Esta igreja histórica fica no interior de Vale do Sol, um município do Vale do Rio Pardo, ao lado de Candelária

A igreja foi fundada em 5 de outubro de 1893. Em 15 de maio de 1910 a Igreja Batista tornou-se palco da Convenção Batista Pioneira do Sul do Brasil.

Hoje a igreja é um dos pontos turísticos de Vale do Sol. Fica a poucos quilômetros do centro, com acesso por asfalto. E bem perto do centro de Vale do Sol tem outra igreja histórica, com mais de 100 anos. Esta igreja era usada pelos primeiros imigrantes alemães da região.

Vale do Sol é uma cidade bem pequena e as principais atrações estão fora da área central. Confira mais fotos de viagem lá no meu perfil no Instagram.

Capela antiga esquecida no interior de Candelária

Com ares de abandono, uma capela antiga fica meio escondida no interior de Candelária. É ao norte da cidade, com acesso pela RS-400. A capela azul fica ao lado de um dos pontos turísticos de Candelária, a ponte do império.

O terreno da capela é cercado, mas tem um pequeno portão que permite a entrada.

Não há indicações do nome ou data de inauguração da capela.

Ao lado tem um camping e a ponte do Império, que é de pedra.

É possível atravessar a ponte de carro.

A poucos quilômetros dali, em direção a Candelária, tem uma ponte pênsil sobre o Rio Pardo.

E subindo a RS 400 em direção a Sobradinho, tem um local conhecido como Mirante Candelária, onde há espaço para estacionar o carro. De cima, vê-se ao longe o rio Pardo.

A estrada de chão que leva até a capela e a ponte do império tem alguns pontos com muitas pedras, mas está em bom estado. A RS-400 está boa, com falhas em alguns trechos. A estrada é estreita e cheia de curvas, o que requer atenção. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Na Cascata da Colméia em Encantado

Bem próximo do Arroio Jacaré fica o Arroio Porongo, no interior de Encantado. A região faz limite com Relvado e Doutor Ricardo. Ao lado de uma casa que será transformada numa estalagem, começa a trilha para a cascata da Colméia.

A dona do lugar diz que são uns 800 metros de subida. Tem que atravessar o riacho 4 vezes, mas a trilha é cheia de pedras para facilitar a passagem.

Em alguns lugares há cordas para ajudar.

Pequenas quedas d’água são vistas pelo caminho.

Quando estive lá, em abril, era meio da tarde. Já começava a dar sinais de que ia escurecer. A cascata fica num paredão e estava com pouca água, mesmo assim é bonita.

O nome Cascata da Colméia foi escolhido porque há colméias de abelhas por lá, mas não vi nenhuma. A trilha, embora de subida, é bem fácil. Abaixo o casarão que irá virar uma estalagem, ideal para quem curte ficar no meio do mato.

A estrada que leva até a cascata começa na RS-433, a rodovia asfaltada que leva até a cidade de Relvado. Confira lá no Instagram mais fotos de minhas viagens por aí.

Sobrado de madeira abandonado em Doutor Ricardo

Descobri este sobrado de madeira abandonado no interior de Doutor Ricardo quando saí de Muçum em direção ao Sul pela RS-129. Logo depois do Rio Guaporé tem uma estrada de chão com muito pó.

Ao lado de uma capela, a de Santo Antônio, fica um casarão meio escondido entre árvores. Tem uma trilha que dá para entrar de carro alguns metros. O sobrado é muito bonito.

O sobrado quase não é visto por quem passa na estrada.

Saindo dali, resolvi seguir a estrada e chegar até Doutor Ricardo. Depois de passar por outra capela, de São Jorge, descobri por uma casa de madeira abandonada.

A subida até Doutor Ricardo é bem tranquila e a estrada está boa.

Este roteiro foi feito em abril. Confira mais fotos de viagem lá no meu perfil no Instagram.

Sob o viaduto Pesseguinho até a cascata do Bem Estar

Ao lado do Viaduto do Pesseguinho tem um local chamado de Casa Recanto da Ferrovia. Lá começa uma trilha que leva até a bonita cascata do Bem Estar. O viaduto Pesseguinho é parecido com o Mula Preta. Estreito e difícil de caminhar na parte de cima.

Pagando 7 reais por pessoa, é possível pegar a trilha que leva até a cascata.

A caminhada leva de 20 minutos a meia hora. A trilha passa pela floresta e debaixo do viaduto.

Os últimos metros são os mais complicados, mas dá para chegar na cascata. E o esforço compensa.

Acho que no verão deve ser bem legal tomar um banho por lá. A estrada que leva ao Viaduto Pesseguinho começa no centro de Dois Lajeados e há placas indicativas. Confira mais fotos de viagem lá no Instagram.