De Rolador a Guarani das Missões

Seguindo o roteiro pela região das Missões gaúcha. Quatro cidades para conhecer neste Post. Rolador é a primeira. Fica na região de São Luiz Gonzaga. Tem acesso por asfalto, com alguns trechos em estrada de chão. Rolador é conhecida como Terra Fértil Missioneira. E A primeira foto é da praça com a Cruz Missioneira.

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Alguns detalhes da cidade.

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Depois de Rolador pegamos estrada de chão. Por sorte, geralmente em bom estado. Seguimos para a vizinha Caibaté.

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A cidade de Caibaté não se diferencia muito de Mato Queimado. É bem pequena também.

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Tem uma praça.

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E a igreja matriz.

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Seguimos em estrada de chão para a igualmente pequena Mato Queimado.

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De lá também tem foto da igreja.

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No centro da cidade tem avenida asfaltada.

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Cidade pequena não é diminutivo. Tem muita cidade pequena pelo RS com boa qualidade de vida.E muita área verde também.

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De Mato Queimado para Guarani das Missões a distância não é grande, mas tem o Rio Ijuí no meio.

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Atravessamos de balsa.

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O trabalho desses balseiros é muito importante. Graças a eles cortamos caminho entre várias cidades. Bem, Guarani das Missões é bem parecida com as cidades anteriores.

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Tem um prédio grande onde funciona um colégio. Ao lado da igreja.

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E pouco para fotografar, pelo menos no centro. Uma cidade pequena e tranquila, como tantas outras pelo RS.

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Em Guarani das Missões chegamos a 476 cidades visitadas no RS. Faltavam menos de 20, então. Assunto para os próximos posts. Confira fotos de várias cidades visitadas lá no Instagram.

 

 

A difícil viagem para Itacurubi

Itacurubi é uma pequena cidade localizada entre a região das Missões e a Fronteira Oeste. Chegar lá não é tão complicado se o caminho for pela região de Bossoroca. Tem asfalto. Eu cheguei lá pelo outro lado, a partir de São Borja. O GPS me pregou algumas peças e fiz um caminho bem complicado. Estrada de chão com trechos ruins. Mesmo assim cheguei.

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Cidade pequena, com calçamento irregular e uma pequena praça.

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De Itacurubi eu pretendia seguir direto para Santo Antonio das Missões, sem voltar pelo mesmo caminho. Meu GPS estava enlouquecido. Perguntei para algumas pessoas e encarei a estrada de chão, depois de uns poucos quilômetros em asfalto em direção a Bossoroca. O problema é que o GPS indicava Santo Antonio das Missões no lugar errado. Depois de percorrer mais de 50 km em estrada de chão, cheguei na BR-285. Deveria entrar à direita, mas o GPS mandava para a esquerda. Eu sabia que estava errado, mas segui mesmo assim. Acabei em outra estrada de chão que terminava na cerca de uma fazenda. Esqueci o GPS e segui meu instinto. Chegamos a Santo Antonio das Missões no começo da noite, direto para o único hotel disponível. A foto abaixo é da varanda do hotel, feita na manhã seguinte.

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Santo Antonio é pequena também, com poucos atrativos.

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Depois da aventura do dia anterior, eu só queria pegar a estrada de novo e partir para novas cidades. Desta vez bem mais desconfiado do GPS. Felizmente o dia foi bastante proveitoso e conhecemos muitos lugares novos. Assunto para o próximo Post. Confira também meu perfil no Instagram.

Encerrando a viagem pela Fronteira Oeste

Faltavam 4 cidades para conhecer na Fronteira Oeste e fiz esta viagem em Outubro. Depois de Barra do Quaraí e Itaqui, segui para Maçambará. A estrada tem asfalto. Maçambará é uma cidade bem pequena, que estava com obras na praça.

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São Borja foi o último destino na região. A cidade é voltada para o turismo político, já que é berço de Getúlio Vargas e Jango. O memorial Getúlio Vargas fica na praça do centro.

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No mais eu achei São Borja uma cidade bem comum.

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A casa de João Goulart é apontada como uma das atrações turísticas.

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Mais fotos da cidade.

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Nem a parte junto ao Rio Uruguai é tão bonita.

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Depois de São Borja a viagem para conhecer novas cidades seguiu em direção às Missões. Para visitar o próximo município foi uma aventura. Na chegada e na saída. Isso é tema para o próximo Post. Confira mais fotos de viagens lá no Instagram.

Itaqui tem um dos teatros mais antigos da América Latina

O Teatro Prezewodowski foi inaugurado em 1886 e é o segundo mais antigo da América Latina. Está em funcionamento até hoje. O prédio fica bem no centro da cidade, na frente da praça.

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Estive em Itaqui em Outubro, no roteiro para conhecer as cidades que faltavam no RS. Ainda sobrou tempo para fazer um tour pela parte interna do teatro.

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Tinha um pessoal preparando o palco para alguma atração. Acontece todos os anos por lá o festival de teatro de Itaqui. O nome do teatro é uma homenagem ao capitão-tenente da Marinha Brasileira Estanislau Prezewodowski, que participou da Guerra do Paraguai.

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Itaqui é uma das cidades mais antigas do RS e tem muitos casarões espalhados pelo centro e arredores.

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A cidade está localizada às margens do Rio Uruguai.

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Para chegar a Itaqui a partir de Uruguaiana tem que atravessar uma ponte de ferro que é histórica. A ponte permite apenas a passagem de carros em um único sentido, por isso há um semáforo. Quando passei por lá havia caminhões na minha frente, então não foi possível fotografar a ponte. Pretendo retornar a Itaqui para conhecer melhor seus prédios históricos.

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Visitei Itaqui no segundo dia do roteiro para conhecer novas cidades gaúchas. No próximo Post, mais uma cidade histórica: São Borja. E o encerramento das cidades que faltavam na Fronteira Oeste. Confira também meu perfil no Instagram, com mais fotos.

A caminho da Fronteira Oeste gaúcha

A viagem para conhecer as últimas 31 cidades que faltavam no RS começou num domingo de outubro, às 5 da manhã. Saímos de Porto Alegre com neblina e o tempo foi melhorando ao longo do caminho. Viagem que foi tranquila, porque não havia movimento na BR-290. A estrada, na região de Alegrete e São Gabriel, está cheia de falhas no asfalto.

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O primeiro destino do roteiro foi Barra do Quaraí, na fronteira com o Uruguai e a Argentina. Uma cidade bem pequena, que vive do movimento nos freeshops do lado uruguaio.

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Bem na margem do rio Quaraí, que deságua no Uruguai, fica esta antiga ponte ferroviária. Que já foi rodoviária também, antes da construção da ponte de concreto.

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Devido a alta do dólar, o movimento nos freeshops de Bella Union era bem pequeno. Aliás, a cidade uruguaia é muito pequena também, com favelas nas margens da estrada. Da região, fica apenas o registro da área de fronteira, nas pontes.

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Barra do Quaraí tem um hotel bem simples, por isso decidi ir para Uruguaiana, passar a primeira noite da viagem. No centro de Uruguaiana fica a praça Barão do Rio Branco, que estava com atividades e muita gente.

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A praça fica na frente da Igreja Matriz.

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Eu já conhecia Uruguaiana. Na primeira vez que estive por lá visitei as margens do Rio Uruguai.uruguaiana (Copy)

Depois da primeira parada em Uruguaiana a viagem seguiu no dia seguinte, ainda na Fronteira Oeste. Itaqui, Maçambará e São Borja estão no próximo Post. Confira também meu perfil com fotos lá no Instagram.