No cactário da Família Horst, de Imigrante

Uma das atrações desta pequena cidade gaúcha é o Cactário Horst, que tem mais de 700 espécies da planta numa ampla área no centro. Imigrante fica na subida da Rota do Sol, saindo de Estrela em direção à Serra. O cactário é conhecido no Brasil e no exterior. Esta obra da família Horst começou a se formar na década de 60, quando Leopoldo Horst, um homem considerado muito à frente de seu tempo saiu à procura de novas espécies. O filho dele, Ingo Horst, é o responsável pelo cactário hoje. Ele acompanhou o pai em muitas viagens em busca de novas plantas. O cactário está aberto à visitação em Imigrante. Mesmo quem não estiver interessado em adquirir plantas, pode fazer uma visita.

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É bem fácil chegar. Há placa na principal rua de Imigrante para quem chega a partir de Estrela. Quem desce saindo da Serra, vai chegar na rua principal e entrar à esquerda. O cactário fica numa rua mais para dentro, depois da igreja. Em caso de dúvida, basta perguntar que todo mundo conhece.

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No cactário Horst há plantas de vários países, resultado das muitas viagens da família em busca de novas espécies.

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Ingo Horst revelou que, manter as estufas hoje, é uma forma de homenagear o pai, Leopoldo, que foi um pioneiro na sua área.

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Uma das formas mais tranquilas de chegar a Imigrante é pegar a RS-129 em Estrela, a partir da BR-386 antes da ponte do rio Taquari. Quem está na serra, deve descer a Rota do Sol, a RS-453, a partir de Carlos Barbosa. Tudo por asfalto. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram. Ou no Twitter.

Na Confeitaria Colombo

Um dos pontos mais tradicionais do Rio é a Confeitaria Colombo, bem no centro, perto do Largo da Carioca. É uma área com ruas estreitas casas antigas.

A Colombo não é barata. Tudo sai muito caro, portanto um lugar para ir uma vez para conhecer.

O teto é diferente.

E a parte interna também.

A Colombo serve refeições, mas para gastar menos faça um lanche…

Na Terra do Aipim

A terra do Aipim ou a capital do Aipim é a cidade de São José do Hortêncio, que fica na região de Montenegro. É possível chegar lá por estrada asfaltada, a partir de Presidente Lucena. São poucos quilômetros. A ponte de ferro sobre o Rio Cadeia divide os 2 municípios.

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Como a maioria das pequenas cidades gaúchas, São José do Hortêncio tem na área rural suas principais atrações, mas é possível ver alguma coisa passando apenas pela área urbana. A começar pela Avenida Mathias Steffens, que é a maior da região, totalmente pavimentada e sem buracos ou remendos, segundo a Prefeitura. Nela se encontra grande parte do comércio, indústrias e serviços do município.

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A igreja matriz de São José e seus prédios anexos.

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A Sociedade São José é a mais antiga do RS e fica bem na frente da igreja.

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Na Avenida principal, bem perto da igreja, achei bonito este casarão antigo, que está precisando de uma restauração.

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O nome de São José do Hortêncio tem a ver com o nome de um antigo morador, que era dono de terras. As pessoas diziam que para ir até a igreja de São José tinham de passar pelo terreno do Hortêncio. Daí o nome. Eu também tenho fotos no Instagram e conta no Twitter.

Na cidade onde caiu um meteoro

Putinga é mais uma cidade que faz parte do Caminho dos Moinhos, lá no Vale do Taquari. Fica ao lado de Ilópolis e tem acesso por estrada de asfalto a partir de lá. Na chegada, o moinho Marca, que ainda precisa ser restaurado para receber turistas.

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Putinga é conhecida como a cidade do meteorito, porque lá por 1937 caiu um na região. O maior fragmento está exposto no Museu da UFRGS em Porto Alegre, mas há um pedaço também na prefeitura de Putinga. A cidade é pequena. No centro, a igreja se destaca:

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Putinga é cercada por morros, o que faz com que a região seja bem bonita.

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O túnel ferroviário de Paverama, no Vale do Taquari

A estrada que leva para a pequena cidade de Paverama começa na BR-386, depois de Tabaí, em direção a Lajeado. No caminho tem esta pequena capela, que foi construída lá por 1950. A capela fica na VRS-335.

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Seguindo em frente, algo de certa forma curioso. A estrada passa sob uma ferrovia, mas a passagem é estreita. Isso significa que caminhões de grande porte tem que usar outra estrada.

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Paverama tem uma atração que poucos conhecem. Fica na estrada para Morro Azul, que não é pavimentada. Há um túnel ferroviário. Antes de chegar na área do túnel, um pequeno lago de cor esverdeada.

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A região tem muita madeira de corte.

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A linha ferroviária passa ao lado da estrada. É só estacionar o carro e caminhar alguns metros pelos trilhos, cerca de 200 a 300 m.

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O túnel foi fotografado num dia muito nublado. Logo em seguida desabou um aguaceiro. Pretendo retornar à cidade para fotografar o túnel num dia de Sol e, inclusive, percorrer a parte interna. Para curtir minhas fotos, me siga no Instagram. Também estou no Twitter.