Vale dos Vinhedos / Via Trento

Quem visita Bento Gonçalves dificilmente deixa de conhecer o Vale dos Vinhedos, principalmente quem curte vinhos e espumantes. A RS-444, estrada que atravessa o vale, está sendo recapeada. São muitas as atrações do Vale dos Vinhedos. Uma delas é o Hotel Spa do Vinho. Mesmo quem não se hospeda lá pode entrar na área externa e fotografar o vale.

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O Vale dos Vinhedos tem outro ótimo hotel e restaurantes diversos. Bem perto da entrada do hotel Spa tem uma pequena estrada de asfalto, que leva até a Via Trento. Esta não é tão famosa mas tem também ótimas atrações. Uma delas é a vinícola Casa Valduga, uma das mais famosas do RS.

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A Via Trento tem esta pequena capela, muito bonita para se fotografar.

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Este casarão antigo às vezes fica meio escondido entre os vinhedos.

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A Via Trento tem ainda artesanato.

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E a Casa Madeira, outra atração histórica com produtos como vinhos e sucos para vender.

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A Via Trento começa na BR-470, debaixo de um viaduto, bem ao lado da entrada principal de Bento. É à esquerda de quem segue para Veranópolis. A Via termina no Vale dos Vinhedos, como já falei mais acima. São dois ótimos passeios para quem está de carro na região de Bento Gonçalves. Mais fotos de minhas viagens no Instagram. Também tenho conta no Twitter.

Uma Epopéia Italiana na Serra Gaúcha

Um lugar que talvez passe despercebido em Bento Gonçalves é o parque temático Epopéia Italiana. O ingresso custa 30 reais por pessoa. Um pouco mais caro se o turista quiser incluir o passeio de trem. A apresentação é uma mistura de teatro e cinema, com a participação do público, que caminha pelos cenários montados no interior de um grande galpão.

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Uma jovem atriz conta um pouco da saga da imigração italiana. Falando numa mistura de italiano e português, ela mostra como foram os primeiros tempos dos imigrantes que vieram parar na Serra Gaúcha e construíram muito do que hoje existe por lá.

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No final da apresentação tem uma degustação de sucos, vinhos e biscoitos. Há uma loja que vende artigos da Serra. O prédio fica bem ao lado da estação ferroviária de Bento e atrás da igreja matriz. Tem local para estacionar o carro.

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Ah, a apresentação da epopéia italiana dura cerca de 40  minutos. A imigração italiana  no RS já tem mais de 100 anos. Não há fotos da parte interna do parque porque é proibido fotografar ou filmar lá dentro. Mas tenho fotos de viagens postadas no Instagram. E conta no Twitter.

A vinícola que também é um Museu

No último fim de semana passei por Faria Lemos, em Bento. Lembrei que por lá tem uma vinícola que é um verdadeiro museu a céu aberto. É a Dal Pizzol, onde o visitante tem a oportunidade para conhecer um pouco mais sobre a história do vinho. A vinícola foi criada em 1974 justamente a partir de uma proposta diferenciada que privilegia a produção controlada. No local, antes funcionava uma olaria. A vinícola é comandada pelos irmãos Antônio e Rinaldo Dal Pizzol.

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A Dal Pizzol se dedica ao vinho há 13 gerações, sendo sete delas no Vêneto (Itália) e seis no Brasil. Fica localizada no Distrito de Faria Lemos, em Bento. A entrada é pela RS-431, a estrada que leva a Dois Lajeados, logo depois do posto de combustível. Há placas indicando o caminho. Pagando um ingresso de R$ 10, o visitante pode passear à vontade pelo Ecomuseu da Cultura do Vinho. Além de vinhedos, há alguns animais circulando pela área.

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A vinícola tem 80 mil metros quadrados e compreende lagos e áreas verdes e visa consolidar a tradição secular e milenar da civilização do vinho na região da Serra Gaúcha, principalmente como um atrativo para o enoturismo. Entre as atrações:

Vinhedos do Mundo

O Ecomuseu abriga cerca de 400 variedades de uvas, de 30 países, chamado Vinhedo do Mundo, uma verdadeira relíquia à disposição dos visitantes.
Hoje, o Vinhedo do Mundo é considerado uma das três maiores coleções de uvas privada do planeta, a maior da América Latina.

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Enoteca
A Enoteca, localizada em um antigo forno da olaria, conservado e restaurado, guarda os vinhos produzidos pela empresa da família desde sua fundação em 1974.

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Vinhedo do Imigrante

Répllica do primeiro vinhedo construído pelos imigrantes Venetos e trentinos. Dois dos exemplares de videiras tem mais de 60 anos e foram transplantados de um velho vinhedo. No varejo, é feita a degustação dos produtos que estão à disposição dos clientes.

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Há um restaurante, mas o funcionamento é com agendamento para grupos de no mínimo dez pessoas. A Dal Pizzol oferece, no entanto, o Piccolo Piacere, uma verdadeira experiência sensorial única, na qual os visitantes podem degustar um bom vinho e comidinhas especiais ao ar livre. É possível desfrutar o ‘Piccolo Piacere’ em bancos e mesas feitos de paletes, de pipas e de cepos de árvores seja à beira de lagos, à sombra de árvores, entre a Enoteca e os lagos. O Kit é preparado na hora pelas funcionárias que atendem no varejo.

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A vinícola faz parte da Rota das Cantinas Históricas, distante 11 quilômetros do centro de Bento Gonçalves. Este projeto é composto por propriedades rurais que retratam a vida cotidiana dos imigrantes italianos que se instalaram nas encostas de Faria Lemos e lá cultivam a videira e seus costumes há mais de 130 anos. Para chegar a Faria Lemos é preciso pegar a BR-470 em direção a Veranópolis. Curta também meu perfil no Instagram.

De Veranópolis a Bento via Cotiporã

Tá certo que a BR-470 está com asfalto perfeito, mas às vezes é bom fazer um caminho diferente. É possível sair de Veranópolis a Bento sem pegar a BR, pelo menos na maior parte do trecho. Basta seguir para Cotiporã, onde a via também ganhou asfalto até a ponte de entrada para o Balneário Bom Retiro. Antes era calçamento. O balneário fica na saída da cidade.

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Depois deste prédio amarelo que parece um antigo moinho, começa a estrada para Cotiporã. É asfalto, mas tem alguns buracos. Nada que atrapalhe a viagem, não é preciso correr. Cotiporã foi cenário do Filme da Minha Vida, rodado recentemente na Serra. No centro tem a igreja matriz e alguns prédios antigos.

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A estrada para Bento tem um trecho pequeno de asfalto novo, depois é de terra, mas está em bom estado. Na descida, um mirante para o Rio das Antas e uma usina.

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No final, já na ponte sobre o rio, que leva à RS-431, a praia que foi cenário do filme, como a Praia das Pedras. Nos fins de semana, é local procurado por moradores da região para banhos.

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Depois é só subir a RS-431 por Faria Lemos até a BR-470, a poucos quilômetros de Bento. Um belo passeio para um sábado…. Mais fotos no Instagram. Ou no Twitter.

 

Na região do Planalto Gaúcho

Algumas pequenas cidades que conheci na viagem do começo do mês. Almirante Tamandaré do Sul se define como terra de gaiteiros. Um dos acessos é pela BR-386 depois de Tio Hugo. Eu cheguei lá a partir de Chapada. Tudo asfalto.

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Outra pequena cidade com acesso a partir da BR-386 é Coqueiros do Sul. Estrada muito boa por sinal.

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Descendo a BR-386 em direção a Tio Hugo e logo depois desta cidade, tem o acesso para Ibirapuitã, asfalto também.

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Poucos quilômetros depois fica a pequena Nicolau Vergueiro. Ainda com asfalto.

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O acesso para a cidade de Ernestina é feito por estrada de chão, com uma ponte sobre o Rio Jacuí na Barragem da usina. Em Ernestina, pouca coisa para fotografar.

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A foto abaixo é da barragem de Ernestina e a ponte.

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Como já escrevi anteriormente, já são 377 cidades que conheço no RS. Algumas delas estão em fotos postadas no Instagram. E também no Twitter.