Nas comunidades de Pedras Brancas e Arroio da Laje

Duas localidades no interior de Coqueiro Baixo, cidade do Vale do Taquari. Mais um roteiro feito em estrada de chão, conhecendo os distritos do Interior. Em Pedras Brancas, o que se destaca é a igreja.

Seguindo para o Norte, fica a comunidade de Arroio da Laje, um pouco maior.

A igreja tem uma cor diferente.

O passeio foi feito numa segunda-feira de muito Sol e temperatura agradável, em abril.

Todas as estradas de chão onde passei pela região estavam em bom estado, quase sem buracos e bem planas. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Antigo cemitério da colonização italiana em Coqueiro Baixo

Um local histórico a poucos quilômetros do centro de Coqueiro Baixo, em direção a Putinga. Um cemitério italiano do século 19. O acesso é por estrada de chão.

A estrada está boa, sem buracos.

Caminhando pelo cemitério é possível encontrar túmulos de mais de 100 anos.

Antes de chegar a Coqueiro Baixo passei por três comunidades de Nova Bréscia. A região tem colonização alemã e italiana. E muitas igrejas. A primeira delas é a da Linha Nova Olinda.

Depois tem a Linha Pinheiros.

E finalmente a linha Coqueiro Alto.

Cada comunidade tem sua igreja e casas próximas. Este roteiro foi feito todo em estrada de chão. Confira mais fotos de minhas viagens lá no Instagram.

Três Saltos Baixo e Três Saltos Alto

Três Saltos é uma localidade no interior de Coqueiro Baixo, saindo de Marques de Souza e Travesseiro. Tem a parte baixa e a parte alta. Na parte baixa encontrei um casarão de 1934.

Logo em seguida fica uma pequena igreja evangélica de cor verde. Igrejas evangélicas luteranas parecem ser dominantes na região, que tem população de origem alemã.

Chegando na parte alta de Três Saltos tem uma casa antiga, o Casarão Martini.

Existem 3 cascatas na região, mas não consegui chegar a nenhuma. Faltam placas indicando o caminho. Ainda na parte alta de Três Saltos tem a igreja católica, que é de 1978.

E seguindo meu caminho para o centro de Coqueiro Baixo, passei pela comunidade da Linha Garibaldi.

Todo este roteiro foi feito em estrada de chão. A estrada é boa, bem plana, quase sem buracos. Confira mais fotos de minhas viagens por aí lá no Instagram.

Passando pela Picada Felipe Essig, em Travesseiro

Um passeio de carro pelo Vale do Taquari. Saindo de Lajeado pela BR-386 em direção ao Norte. A rodovia está em obras de duplicação. Na saída de Lajeado tem vários trechos quase prontos.

Depois da BR-386, entrei em Marques de Souza, onde peguei uma estrada municipal em direção Norte, seguindo o traçado do Rio Forqueta. A primeira parada é uma igreja luterana na Picada Felipe Essig.

Na frente da igreja, uma casa de madeira escondida pelo milharal.

Seguindo em frente, uma antiga casa verde.

Depois encontrei outra igreja luterana, da congregação São Pedro.

Circulando de carro, é possível encontrar diversas casas de madeira.

Esta estrada começa com asfalto em Marques de Souza, mas depois vira estrada de chão, em bom estado. Melhor até que algumas estradas asfaltadas que a gente encontra por aí. Confira mais fotos de viagem no meu perfil no Instagram.

Museu de Candelária tem fósseis de 200 milhões de anos

O museu Aristides Carlos Rodrigues é conhecido como museu municipal de Candelária, mas é municipal apenas no nome. A atual administração do município parece ter abandonado o museu, que precisa de verbas para se manter. Há inclusive um projeto de construção de novo prédio, que está meio parado. A região de Candelária é conhecida pela descoberta de fósseis de animais que viveram lá há mais de 200 milhões de anos. São animais que deram origem aos mamíferos e aos dinossauros, sendo portanto, alguns dos animais mais antigos do planeta.

O prédio onde funciona de forma provisória o museu teve problemas com infiltração de água, por isso precisa consertar alguns dos mostruários, mas falta verba. É pena ver um local desta importância meio abandonado.

A gente sabe que o turismo é, hoje, uma grande forma de atrair visitantes para as cidades. Candelária deveria explorar melhor seu potencial.

Muitos pesquisadores internacionais já estiveram na região em busca de fósseis.

A região de Candelária é muito bonita e vale a pena fazer turismo por lá. O museu de paleontologia poderia ser apenas mais um motivo para visitar a cidade. Confira mais fotos de minhas viagens por aí lá no meu perfil no Instagram.